sexta-feira, 14 de junho de 2013

SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM-SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS

                         TEXTO – AVESTRUZ
AUTOR – MÁRIO PRATA





GRUPO
CAMILA          MARIA ISABEL
EDUARDO                     NEIDE
ELAINE                      RAPHAEL
FLAVIANA             ROSEMEIRE

DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE SUMARÉ
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
6º AO 9º ANO

PROGRAMAÇÃO DA ATIVIDADE

§  OBJETIVO: desenvolver habilidades de leitura, compreensão e apropriação do gênero crônica.
§  AULAS PREVISTAS: de 2 a 4 aulas.
§  RECURSOS UTILIZADOS: textos, imagens, audiovisuais e informações sobre o ciclo de vida do avestruz.
§  COMPETÊNCIAS E HABILIDADES: identificar o gênero crônica através da leitura e compreensão textual, desenvolvendo a capacidade de leitura.
§  AVALIAÇÃO: produção, individual ou coletiva, a partir do tema do texto.




ANTES DA LEITURA

§  Dinâmica dos Bichos (Escolha três animais, cada qual com três qualidades).
§  Levantamento do conhecimento prévio sobre o assunto:
ú  Questionar os alunos:
ú  Conhecem esse animal?
ú  Já viram? Como ele é?
§  Definição dos objetivos de leitura:
ú  Trabalhar com a definição (verbete) da palavra avestruz e mostrar imagens deste animal.
ú  O que o título do texto sugere? Por que uma crônica teria este título?
ú  Conhecem o autor, Mário Prata e/ou algumas obras dele?
ú   (trabalhar as informações a partir das respostas)
§  Apresentação de um vídeo sobre “avestruzes” para aguçar a curiosidade dos alunos – vídeo propaganda/reportagem – Criação de avestruz em Sobral.           
§  Recortar o texto em tirinhas para os alunos colocarem em ordem (coerência).

DURANTE A LEITURA

§  Fazer uma primeira leitura bem elaborada do texto.
§  Localização ou construção do tema ou ideia principal:
ú  Retomar a leitura, pausando trechos, fazendo questionamentos que induzam os alunos a tirarem conclusões a partir das informações já fornecidas pelo texto. (Exemplo: O que você faria numa situação como essa?)
§  Esclarecimento de palavras desconhecidas a partir de inferência ou consulta a dicionário:
ú  Trabalhar com inferências (locais e globais), criando oportunidades para que os alunos procurem inferir os significados a partir do contexto. (Exemplo: Fazer a releitura do trecho e pedir que os alunos tentem descobrir o significado daquela palavra ou expressão).
ú  Inferências locais: cismou, menopausa, TPM, gigolô, abominável, atrofiadas, Floripa, etc.
ú  Inferências globais – trabalhar com informações que completem o texto, mas não estão explícitas. Exemplo: Por que os animais têm nomes científicos? / Levando em consideração as características do avestruz, quais problemas uma pessoa teria para mantê-la em um apartamento? 
§  Confirmação de retificação das antecipações ou expectativas de sentido criadas antes ou durante a leitura.
ú  Se os alunos não compreenderem o texto lido, o professor levanta questões que os façam chegar à conclusões. (Exemplo: remeter perguntas para que todos manifestem sua opinião).
ú  O professor apresenta o texto lido situando os alunos em relação ao mesmo, compartilhando as razões pelas quais a leitura será realizada (conhecer o gênero crônica), ajudando os alunos a dirigirem sua atenção para o propósito da leitura – “ler, para quê?”.
§  Utilização de pistas linguísticas para compreensão do texto: as características da ave / comparações e semelhanças entre o avestruz e os outros animais.

DEPOIS DA LEITURA

§  Troca de impressões a respeito dos textos lidos, fornecendo indicações para sustentação de sua leitura e acolhendo outras posições.
ú  Após a leitura, realizar uma roda de conversa com os alunos a respeito das suposições feitas durante a realização da leitura, o que levou cada um a pensar daquela forma, etc.
ú  Compartilhar com os alunos as qualidades textuais do texto lido – o fato de estar bem escrito, de possuir recursos linguísticos específicos do gênero, de trazer informações precisas e suas impressões sobre ele.
§  Utilização em função da finalidade da leitura e do registro escrito para melhor compreensão:
ú  Trabalhar as conjunções utilizadas no texto, suas funções e os efeitos que causam.
ú  Produção individual ou coletiva a partir do tema trabalhado.
ú  Discussão oral: Selecionar alguns alunos para produzir um resumo e questionar: Por que o menino trocou o avestruz pelas gaivotas e urubus? e Por que o narrador fez com que ele mudasse de ideia? Qual a intenção?

INTERTEXTUALIDADE
1.  Poema

Palavras de um avestruz todo gris

Arrancam-me as penas
E eu sofro sem dizer nada:
- Sou ave
Bem educada.

E, se quisesse,
Podia
Morder-lhes as mãos morenas,
A esses
Que sem piedade
Me roubam as penas que me cobrem;

E, no entanto,
Sem o mais breve gemido,
O meu corpo
Vai ficando
Desguarnecido ...

E elas,
Aquelas
Que se enfeitam, doidamente,
Com estas penas formosas
- Que são minhas!
Passam por mim, desdenhosas,
Em gargalhadas mesquinhas.

Sim; eu sofro sem dizer nada:
- Sou ave
Bem educada.

Mesmo que fosse pequena
E eu te visse pobre ou nua
- Ninguém ama a sua Pátria por ser grande,
Mas sim por ser sua!

 (António Botto)

António Tomás Botto (Concavada, Abrantes, 17 de Agosto de 1897 — Rio de Janeiro, 16 de Março de 1959) foi um poeta português. 

   
2.  Revista Recreio ou Site
§  O avestruz é a maior ave do mundo, só que não voa! Veja 10 curiosidades sobre o bicho
ú  Veja dez curiosidades sobre o avestruz, que se origina da África:

3.  Notícia – Revista Veja
§  Boi de plumas:  Já há 500 fazendeiros criando avestruz no país

4.  Livro: O avestruz valente








§  Uma “resenha” feita por um aluno sobre a história O avestruz valente, da Difusão Cultural, que era ridicularizado por todos.
ú  O livro que eu li se chama O avestruz Valente. Esse avestruz se chama Peraltino. Ele era muito desajeitado e sem graça. Todos riam dele.
O avestruz admirava os macacos e suspirava por não ser como eles. Sua mãe brigava com seu filhinho, que ele deveria olhar o que ela fazia, e não os macacos: “Corra bastante e você ficará forte!”
Recomendo este livro para pessoas que gostam de rir bastante, porque ele é muito engraçado!
§  Alessando – aluno do 7º ano

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